Preferência não significa obrigatoriamente competência. É muito comum, entretanto, que encaremos com maior facilidade as situações que contam com nossa simpatia e nosso entusiasmo natural. Um profissional pode ter, por exemplo, preferência num domínio sem ter competência para tal. Por outro lado, podemos ter habilidades em assuntos que não nos motivam especialmente.
O sucesso de uma carreira é decorrente da perfeita integração entre as necessidades do mercado e as competências e habilidades do profissional. Há, no entanto, uma maior possibilidade de êxito quando essa relação se dá no contexto das preferências pessoais de comportamento.
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